2º
TURNO DAS ELEIÇÕES
Em sã consciência, eu jamais poderia
imaginar que alguém condenado pela Justiça Federal a 9 anos por corrupção e
improbidade administrativa, com sentença confirmada e aumentada para 12 anos e
um mês pelo Tribunal Regional Federal da Quarta Região, que engloba os estados
do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná, tivesse tanto prestígio entre
alguns brasileiros, especialmente para comandar o Brasil.
É sabido que o país está dominado por
facções criminosas, roubos, violência, crimes e golpes de todas as formas, mas,
esperava-se uma reação enérgica do governo atual, que, ao contrário, passa a
mão na cabeça de bandidos, como se fossem de estimação.
Pois é, já ficou sobejamente
conhecido que Lula, “nada possui”, tudo o que ele usa é de algum amigo rico e
muito magnânimo, que o empresta. Em tese, é isso que ele vem afirmando há
tempos.
Em época passada, eu imaginava que
Paulo Maluf, político de São Paulo, condenado por improbidade administrativa,
era imbatível em tramoias. Hoje, conhecendo as artimanhas de Lula no trato dos
recursos públicos, Maluf virou fichinha.
Para quem não sabe, posso escrever de
cabeça erguida, porque fui eleitor de Lula, quando era aspirante à Presidência
da República. Cheguei a engajar na campanha política de Lula e escrevi textos e
trovas, como essa: “Ao som das ondas do mar, com trabalho e competência, o
Brasil quer prosperar com Lula na Presidência”!
Mas, quando o homem chegou lá,
percebi o engano. Primeiro, na Reforma da Previdência, li nos jornais que o
presidente havia nomeado um Conselho com 12 pessoas para estudar a Reforma. Até
aí tudo certo, mas entre as 12 estavam os maiores devedores do INSS. Não pode
ser (pensei) e fui averiguar. Era verdade. A partir daí, Lula nunca mais me
enganou.
Estamos próximos do 2º turno das
eleições. Lula já mobilizou os seus soldados nas redes sociais. Nas ruas, as
facções também foram liberadas e estão à espreita. Daí, a importância do voto
consciente. É hora de aposentar o Lula e sua equipe. Vamos colaborar com esta gentileza
para o bem do Brasil, que é um grande país, habitado, em sua maioria por
pessoas honestas, trabalhadoras, humildes e boas.
O Brasil, apesar de tantos
descalabros e com a economia quebrada, certamente sobreviverá, porque o bem há
de vencer o mal, que já durou demais.
Filemon Martins
Escritor, cronista e poeta
Da Confraria Brasileira de Letras
Do Clube Baiano de Trova, Salvador, Bahia

Nenhum comentário:
Postar um comentário