TROVAS BRASILEIRAS
TROVAS BRASILEIRAS
A VISITA DA FELICIDADE
José Feldman
TROVA DE LUCÍLIA A. T. DECARLI
A felicidade é rara
e bem poucos a conhecem...
Os que a viram "cara a cara",
nunca mais dela se esquecem!
A felicidade, dizem, é uma dama rara. Não é dessas que se
encontra todos os dias na praça, nem das que se deixam levar por promessas
vazias ou abraços apressados. Ela tem seus próprios caprichos e, ao que tudo
indica, gosta de aparecer quando menos se espera — mas nunca por acaso.
Certa vez, ouvi dizer que um homem a viu de perto. Era um
sujeito simples, desses que a vida insiste em testar.
Trabalhava duro, sonhava pouco, mas guardava um sorriso no
canto dos lábios, como quem sabe que, mesmo em dias nublados, há um sol por
trás das nuvens. Um dia, enquanto varria o quintal ao som do vento, ali, entre
as folhas secas e a poeira da estrada, ela apareceu.
A felicidade chegou sem avisar, como uma brisa que refresca
sem pedir licença. Não trazia roupas luxuosas, nem se anunciava com fanfarra.
Era apenas uma sensação — um calor que lhe subiu pela espinha ao ouvir o riso
de seu filho brincando no quintal, ao sentir o cheiro do café fresco vindo da
cozinha, ao perceber que, naquele instante, nada lhe faltava.
Ele parou. Olhou ao redor e percebeu: ela estava ali.
Mas a felicidade, como sabemos, não é dessas que ficam para
sempre. Ela tem o hábito de visitar e partir, deixando atrás de si um rastro de
saudade.
O homem sabia disso; não tentou prendê-la, não fez
perguntas, nem exigiu explicações. Apenas a contemplou, “cara a cara”, como
quem sabe que momentos assim nos transformam. Quando ela se foi, deixou consigo
algo precioso: a memória do instante.
E é isso que os que a viram carregam consigo.
A felicidade, quando surge, não precisa durar uma
eternidade para ser inesquecível. Basta um momento, uma fagulha, e ela finca
raízes no coração de quem a viveu. Porque, no fundo, não é ela que é rara —
rara é a nossa capacidade de reconhecê-la.
Então, se por acaso a felicidade lhe fizer uma visita, não
a obrigue a ficar. Apenas a viva.
E quando ela for embora, não a lamente. Afinal, os que a
viram, mesmo que por um breve instante, nunca mais dela se esquecem.
Hoje faz dez (10) anos que o mano Mário Ribeiro Martins nos deixou. Em
sua homenagem republico o texto que escrevi na época do seu falecimento.
QUEM FOI MÁRIO RIBEIRO MARTINS?
Filemon Martins
Mário Ribeiro Martins
nasceu a 07/08/1943, no agreste da Bahia, na cidade de Ipupiara, Região da
Chapada Diamantina. Filho de Adão Francisco Martins e Francolina Ribeiro
Martins. Aprendeu as primeiras letras nas cidades de Ipupiara, Morpará e
Xique-Xique, tendo concluído o curso ginasial no Colégio São Vicente de Paulo,
em Bom Jesus da Lapa.
No Recife, fez o curso
Clássico no Colégio Americano Batista Gilreath, onde também estudara Gilberto
Freyre nos idos do ano de 1907. No Seminário Teológico Batista do Norte do
Brasil bacharelou-se em Teologia em 1970. Na Universidade Católica de
Pernambuco licenciou-se em Filosofia Pura, onde também fez Licenciatura em
Sociologia. Em 1972, bacharelou-se em Ciências Sociais, na Universidade Federal
de Pernambuco. Ainda em 1972 terminou o Mestrado em Teologia, com
especialização em História do Cristianismo, defendendo a tese “O Radicalismo
Batista Brasileiro”.
Tornou-se professor na
Universidade Católica de Pernambuco, na Universidade Federal Rural, no
Seminário Teológico Batista do Norte do Brasil e na Escola Superior de Relações
Públicas.
Escreveu para os jornais,
“DIÁRIO DE PERNAMBUCO” e “JORNAL DO COMMERCIO”, ambos do Recife, ao lado de
MAURO MOTA, ORLANDO PARAHYM, NILO PEREIRA, ALBERTO CUNHA MELO e outros.
Em 1973, na Espanha, fez
cursos de Especialização na área de Educação Moderna e Sociologia, no Instituto
de Cultura Hispânica de Madrid, além de Administração Pública, na Escuela
Nacional de Alcalá de Henares. De volta ao Brasil, publicou: “GILBERTO FREYRE,
O EX-PROTESTANTE” (São Paulo - Imprensa Metodista, 1973), uma contribuição
biográfica focalizando aspectos interessantes da vida do Mestre de Apipucos,
posteriormente traduzido para o espanhol por Jorge Piñero Marques.
Em 1975, transferiu-se para
Anápolis – Goiás, onde se dedicou ao Magistério Superior, como professor da
Faculdade de Filosofia Bernardo Sayão e da Faculdade de Direito. Depois de ter
concluído o curso de Bacharel em Ciências Jurídicas e Sociais, na Faculdade de
Direito de Anápolis, em 1976, tornou-se, através de Concurso Público de Provas
e Títulos, em 1978, Promotor de Justiça de Abadiânia, atuando também em Corumbá
de Goiás e depois, Anápolis.
Aposentado em abril de
1998, como Procurador de Justiça do Estado de Goiás, transferiu-se para Palmas,
Tocantins, onde passou a residir. Desde então, tem-se dedicado a atividades
literárias, fazendo palestras, seminários e conferências sobre literatura
goiana e tocantinense, bem como pesquisando material para novos livros. Fez
curso de Pós-Graduação em Administração Pública, no III Ciclo de Estudos de
Política e Estratégia, num convênio entre a Universidade do Tocantins e a ADESG
(Associação dos Diplomados da Escola Superior de Guerra), quando estudou no Rio
de Janeiro para complementação do curso, através de visitas aos diversos
Ministérios e Instituições Públicas.
Escritor, Cronista, Poeta,
Sociólogo, Pensador, Mestre em Teologia, Ecologista, Filósofo, Jurista,
Dicionarista, Biógrafo, Historiador, é autor de vários livros, entre outros:
“CORRENTES IMIGRATÓRIAS NO BRASIL” (1972), “SUBDESENVOLVIMENTO-UMA CONCEITUAÇÃO
ESTÁTICA E DINÂMICA” (1973), “SOCIOLOGIA DA COMUNIDADE” (1973), “MISCELÂNEA
POÉTICA” (1973), “GILBERTO FREYRE, O EX-PROTESTANTE” (1973), “ESBOÇO DE
SOCIOLOGIA” (1974), “FILOSOFIA DA CIÊNCIA” (1979), “SOCIOLOGIA GERAL &
ESPECIAL” (1982), “LETRAS ANAPOLINAS” (1984), “JORNALISTAS, POETAS E ESCRITORES
DE ANÁPOLIS” (1986), “ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS” (1995),
“ESCRITORES DE GOIÁS” (1996), “DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS” (1999),
“DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS” (2001), “CORONELISMO NO ANTIGO
FUNDÃO DE BROTAS” (2004), “RETRATO DA ACADEMIA TOCANTINENSE DE LETRAS” (2005),
“DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE MEMBROS DA ACADEMIA BRASILEIRA DE LETRAS”
(2007), “DICIONÁRIO GENEALÓGICO DA FAMÍLIA RIBEIRO MARTINS” (2007), “A
CONSCIÊNCIA DA LIBERDADE E OUTROS TEMAS” (2008), “MANIFESTO CONTRA O ÓBVIO E
OUTROS ASSUNTOS” (2009), “ENCANTAMENTO DO MUNDO E OUTRAS IDEIAS” (2009)
“CONFLITO DE GERAÇÕES E OUTRAS PROVOCAÇÕES” (2010) “RAZÃO DO MEU VIVER E OUTRAS
AMENIDADES” (2011).
Em “MISCELÂNEA POÉTICA”
revelou-se um excelente sonetista compondo sonetos como estes: MEDO DAS
TREVAS – “Nos dolentes caminhos desta vida,/parei chorosamente pra pensar:/vi o
passado – que grande ferida!/Vi o presente – que tempo vulgar! Com quase a
minha fé desfalecida,/desvendei o futuro a me acenar:/contemplei minha nau
quase perdida,/do encapelado mar se retirar. Encosta, encosta, encosta foi meu
brado./Quando saiu meu grito desvairado,/a nau chegou ao cais lá no porvir. Que
tremenda visão eu tive agora!/Que sonho! Que beleza! Amável hora,/pois acordei
morrendo de sorrir.”
VERGEL – “No meu lindo
vergel de experiências,/colho versos de amor e de saudade;/vejo neles excelsa
claridade/dos sonhos meus e das reminiscências. Passo horas e horas vendo estas
essências,/do meu jardim, da rica mocidade;/busco aqui, busco ali
sublimidade,/todos são versos, são resplandecências. Vivo dias e noites
escrevendo/e minuto por hora vou relendo/os versos que me traz a inspiração.
Extingue-se o prazer se perco um verso/e sinto toda a dor deste universo/quando
me falta a rima em perfeição.”
Em “CONFLITO DE
GERAÇÕES E OUTRAS PROVOCAÇÕES” uma série de artigos e crônicas publicadas em
jornais e revistas ao longo de sua trajetória literária: “A história jamais
resolverá o conflito entre a juventude e a velhice. Não é que a juventude seja
inevitavelmente inimiga da velhice. O fato é que o ponteiro de equilíbrio entre
as duas gerações tem estado em direção da juventude. Constituindo a maioria
populacional, os jovens, como não poderia deixar de ser, brilham mais
intensamente. Daí o uso de expressões, como “o mundo é dos jovens” e outras.
Isto, porém, não dá o direito de negar à velhice grandes realizações em todos
os tempos.” Do mesmo livro, o artigo sobre a IMPORTÂNCIA DA FILOSOFIA, “Não se
pode negar a importância da Filosofia em qualquer faceta da vida humana. Embora
o centro de gravidade dos interesses do homem esteja, modernamente, no campo da
ciência e da tecnologia, exerce a Filosofia um atrativo impar e tem sua
presença marcante no mundo moderno... A Filosofia tem um presente e terá um futuro
como teve um passado de vinte e cinco séculos. Não tivesse ela a sua grandeza e
a sua significação já teria sido abandonada pelo homem, como sói acontecer com
tudo aquilo que é inútil ou que se torna desnecessário.”
Considerado o maior
Biobibliógrafo do Brasil, segundo LICINIO LEAL BARBOSA, advogado criminalista,
professor titular da Universidade Católica de Goiás, manteve via Internet o
DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL com mais de 40 (quarenta) mil
biografias, dentro de ENSAIOS, no site www.usinadeletras.com.br, além de publicar crônicas,
artigos e discursos.
É membro da Academia Goiana
de Letras, do Instituto Histórico e Geográfico de Goiás, da Associação Goiana
de Imprensa, da União Brasileira de Escritores de Goiás, da Academia Anapolina
de Filosofia, Ciências e Letras, de Anápolis e da Academia Goianiense de
Letras.
Em outros Estados, é membro
da Academia de Letras do Estado do Rio de Janeiro, da Academia Evangélica de
Letras do Brasil, da Academia de Letras Municipais do Brasil, em São Paulo, da
Academia Tocantinense de Letras e da Academia Pernambucanas de Letras e Artes.
Algumas opiniões sobre o
autor: “Mário Ribeiro Martins foi lançado por este jornal com uma série de
artigos sobre Gilberto Freyre e sua adolescência religiosa, sendo hoje um dos
melhores articulistas deste e de outros órgãos da imprensa”. José dos Reis
Pereira (Jornal Batista-Rio de Janeiro, 31.12.74). “Um simpático Dr. Mário
Ribeiro Martins publicou há pouco um opúsculo – GILBERTO FREYRE, O
EX-PROTESTANTE. Pena que não me tenha ouvido outras vezes. Eu lhe teria contado
coisas talvez de interesse para o seu estudo”. Gilberto Freyre (Folha de São
Paulo-SP, 29.03.81). “Quero cumprimentá-lo pelo seu livro “FILOSOFIA DA
CIÊNCIA”, de excepcional qualidade, pela modernidade do texto, onde faz
referência não somente às minhas obras, entre as quais, FILOSOFIA DO DIREITO,
mas também ao Instituto Brasileiro de Filosofia que tive o prazer de fundar, em
1949, na capital paulista”. Miguel Reale, (in O Popular-Goiânia-23.10.79). “O
presente trabalho – FILOSOFIA DA CIÊNCIA – publicado pela Editora Oriente, em
Goiânia, de autoria do ilustre professor Mário Ribeiro Martins, não se
restringe aos seus objetivos pedagógicos, mas busca, sobretudo, reafirmar a
grandeza e a significação da investigação filosófica, através da qual o homem
se descobre como ser no mundo, daí a razão por que se trata de um livro do mais
alto valor, essencial à reflexão filosófica”. Benedicto Silva (Informativo da
Fundação Getúlio Vargas - Rio de Janeiro – 10.06.81).
“Pelo inestimável valor e
magnitude de sua gigantesca obra, Mário Ribeiro Martins tem lugar garantido na
honrosa galeria dos maiores escritores e homens de letras do Brasil”. Adrião
Neto – Teresina, Piauí, 25.11.2004. “Prezado acadêmico Mário Martins, agradeço,
sensibilizado, o obséquio de 2 (dois) exemplares (para a Academia e para mim),
de seu belo DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE MEMBROS DA ACADEMIA BRASILEIRA DE
LETRAS, de fina sensibilidade e de importância histórica para as letras
nacionais, retribuindo-lhe com o meu CEM SONETOS, publicado em 2006”. Ives
Gandra da Silva Martins (Presidente da Academia Paulista de Letras,
07.12.2006).
Seus trabalhos
literários estão publicados em vários jornais e revistas, entre os quais,
“Revista Nacional”, do Rio de Janeiro; “Correio do Ceará” de Fortaleza; “Diário
da Manhã”, de Goiânia; “Jornal da Paraíba”, de Campina Grande; “O Progresso” de
Dourados, MS; “Tribuna Piracicabana” de Piracicaba, SP; jornal “Manchester”,
jornal “O Popular” de Goiânia, “Revista Brasília”, DF.
Publicou artigos de crítica
literária, em diferentes jornais, sobre uma infinidade de autores goianos e
nacionais, entre os quais, José Mendonça Teles (O Anápolis-30.08.82); Modesto
Gomes da Silva (O Anápolis-13.09.82); Gilberto Mendonça Teles (Correio do
Planalto-31.1181); Bernardo Élis (Correio do Planalto-12.12.81); Jaime Câmara
(Correio do Planalto-28.11.81); Paulo Nunes Batista (Correio do
Planalto-29.05.81); Carlos Ribeiro Rocha (O Popular-10.07.77); Ursulino Leão (O
Popular-13.11.77); Gilberto Freyre (O Popular-30.07.78, Correio do
Planalto-série de 18 artigos, 5.07.80 a 13.09.80, Jornal do Commercio,
Recife-04.10.72, Jornal Batista-RJ-16.07.72, Diário de Pernambuco-09.01.75.
Outros artigos do autor na
Internet, www.usinadeletras.com.br,
sobre LICINIO BARBOSA E SEUS DEUSES E DEMÔNIOS, O GOVERNO DO TOCANTINS E A SEDE
DA ACADEMIA, A INJUSTIÇA DOS CORREIOS COM AS BIBLIOTECAS, MIRORÓS (Bahia) – UM
PROJETO INACABADO, RESTRIÇÕES À ENCICLOPÉDIA BARSA, VIAGEM PELOS RIOS TOCANTINS
E ARAGUAIA, QUEM FOI JÚLIO PATERNOSTRO? O BRASIL ESTÁ VIRANDO UM PAÍS DE
CORRUPTOS? A LEI BURLANDO A LEI, A SOJA COMO DESASTRE ECOLÓGICO, IOGA: RELIGIÃO
OU TERAPIA? A CONSTRUÇÃO DO ROMANCE EM MOURA LIMA E OUTRAS FACETAS,
ENCICLOPÉDIA LITERÁRIA E A ENTREVISTA DE JOÃO UBALDO RIBEIRO, UM BAIANO ILUSTRE
(Milton Santos), CORONELISMO NO ANTIGO FUNDÃO DE BROTAS E DICIONÁRIO
BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL DE A a Z.
Está vinculado à “Sociedade
de Homens de Letras do Brasil”, no Rio de Janeiro, à “União Brasileira de
Escritores do Amazonas” e à “Associação Goiana do Ministério Público”.
É biografado por Luiz Vital
Duarte no livro “RUY BARBOSA – SUA OBRA, SUA PERSONALIDADE”, 1984. Figura no
livro de José Mendonça Teles “GENTE & LITERATURA”, como um dos nomes
ligados à literatura goiana. É biografado também no “DICIONÁRIO DE ESCRITORES
PIAUIENSES DE TODOS OS TEMPOS”, de Adrião Neto, no “DICIONÁRIO DE ESCRITORES DE
BRASÍLIA”, de Napoleão Valadares e no livro “A POESIA GOIANA no Século XX”, de
Assis Brasil.
É verbete na “ENCICLOPÉDIA
DE LITERATURA BRASILEIRA”, de Afrânio Coutinho, edição do MEC-1990 e no
“DICIONÁRIO LITERÁRIO BRASILEIRO”, de Raimundo Menezes. É referenciado no
“DICIONÁRIO DE POETAS CONTEMPORÂNEOS”, de Francisco Igreja-1991. Citado no
“DICIONÁRIO DA INTERNATIONAL WRITERS AND ARTISTS ASSOCIATION”, de Teresinha
Pereira, USA-1994. Mencionado no livro “SOCIEDADE GOIANA”, de Artur Rezende e
presente em várias Antologias de poesia e prosa, entre as quais, “VENTANIA”, de
Gabriel Nascente, “PLURICANTO”, de Joanyr de Oliveira e “ANUÁRIO DE POETAS
BRASILEIROS”, de Aparício Fernandes-RJ.
Por tudo isso e muito mais,
Mário Ribeiro Martins foi um dos nomes mais expressivos na Literatura
Brasileira, em especial nos campos da Sociologia, Filosofia e História.
Faleceu a 18/03/2016 em Palmas, Tocantins, onde residia, tendo sido
velado na sede da Ordem dos Advogados do Brasil, seção de Palmas e recebido
homenagens da Academia Tocantinense de Letras, Academia Palmense de Letras e do
Ministério Público do Tocantins. Seu corpo foi velado também no salão da Igreja
Batista de Ipupiara, tendo sido sepultado no cemitério da cidade de Ipupiara,
onde nasceu, com a presença de parentes, amigos e admiradores.
Deixou a mulher e duas filhas do primeiro casamento e quatro netos. No
campo da Literatura deixou 36 obras publicadas.
O ECO
TROVAS BRASILEIRAS
Soberana, a vida ensina
como vencer qualquer prova:
pressões, a gente elimina;
prazos... a gente renova!
JOSÉ OUVERNEY
Uma luz quase apagada...
Um sonho chegado ao fim...
Eis o pedaço do nada
que tu fizeste de mim.
CONCEIÇÃO ASSIS
Não temo o mar traiçoeiro
e as ondas em desatino,
porque Deus é o timoneiro
do barco do meu destino.
EDUARDO A. O. TOLEDO
Não me fascina, na vida,
poder ou fama alcançar,
que a vitória merecida
é pelo Amor triunfar!
FILEMON MARTINS
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ENO THEODORO WANKE