domingo, 26 de julho de 2026

LEMBRANDO O LAVRADOR - FILEMON MARTINS

 


                            (FOTO DE SAUL RIBEIRO DOS SANTOS)


LEMBRANDO O LAVRADOR

Filemon Martins

 

Eu me levanto cedo e abro a janela

para ver o romper da madrugada,

a Natureza em festa se revela

numa canção de amor bem orquestrada.

 

O Universo, de luz, parece tela

por um pintor supremo, executada,

tornando-se elegante passarela

onde faz coro a alegre passarada.

 

O sol desponta, quero uma caneta,

mas a enxada é que vem para a retreta

e quer dançar comigo no roçado...

 

A enxada tine e estronda pelo eito,

vou capinar a terra do meu jeito

só amanhã, que agora estou cansado!

SEU PNSAMENTO - ODIR MILANEZ DA CUNHA


 



SEU PENSAMENTO

Odir Milanez da Cunha (In memoriam)

 

Se eu pudesse adentrar seu pensamento,

Pudesse ser seu guia vida afora,

Você jamais iria onde se chora,

Nem seria refém do sofrimento.

.

Das horas roubaria o mau intento,

Para lhe ver sorrisos desde agora,

O seu rosto aprazendo, sem demora,

Dos passeios da paz o advento!

.

Cingiria de ouro a sua aurora,

Traria amores mais ao seu momento,

Calmaria seus passos toda hora.

.

Vestiria de verso a voz do vento,

Do mar a tempestade iria embora,

Se eu pudesse adentrar seu pensamento!

.


(Livro "Prateando Versos")

HISTÓRIAS DE MÉDICOS - FILEMON MARTINS

 




HISTÓRIAS DE MÉDICOS

Filemon Martins

 

Essa e outras histórias me foram contadas por um médico do Rio de Janeiro. Entre 1991 e 1992 era comum alguns médicos saírem do Rio para trabalharem em São Paulo, fazendo plantões de 24 horas. Diziam eles que a saúde no Rio de Janeiro estava um caos. Muitos médicos vinham a São Paulo naquele período, trabalhavam e depois retornavam ao Rio de Janeiro. Como eu trabalhava no setor de Recursos Humanos do Hospital Municipal Dr. Alípio Corrêa Netto, Ermelino Matarazzo, tinha a oportunidade de trocar ideias com alguns profissionais da saúde.

Um deles gostava de contar suas experiências como médico, como essa que narro agora: chegou ao Pronto Socorro um senhor já aposentado com fortes dores no corpo, levado ali por alguns amigos e o médico depois de examiná-lo, o encaminhou para fazer alguns exames. Enquanto esperava os resultados dos exames que solicitara, resolveu conversar com os amigos do homem e perguntou: - vocês sabem o que ele tem? Um deles respondeu: - bom, ele tem uma casinha onde mora com a mulher e parece que tem um terreno na periferia da cidade, conta em banco deve ter também, pois ele é aposentado. O médico, então, se explicou melhor: - não, eu quero saber se ele já foi em algum hospital sentindo essas mesmas dores. – Ah, disse os amigos, sei não, doutor, sei não.

O ESCUDO DE FERRO E A ÂNCORA DE VIDRO - JOSÉ FELDMAN

 






O Escudo de Ferro e a Âncora de Vidro


José Feldman

  

"Acomodem-se, pois o que vou lhes contar agora é uma história de sacrifício que faz até as pedras do deserto chorarem. Preparem seus corações para o peso do sacrifício por amor, pois nem toda vitória se conquista com a vida, mas sim com a entrega dela.

 

Nas margens do Mar de Berilo, onde as águas beijam as dunas com a força de um furacão, cavalgava Malik, um muharib (guerreiro) cuja espada já havia cortado mil injustiças. Ele era um homem de poucas palavras, vestindo uma armadura que carregava as cicatrizes de muitas batalhas.

 

Certa manhã, após uma tempestade que parecia a ira de Alá sobre as águas, Malik encontrou, caído na areia molhada, um náufrago. O homem estava pálido, com os pulmões cheios de sal e a pele queimada pelo mar. Seu nome era Yusuf, um simples mercador que perdera tudo: seu barco, sua carga e sua família.

 

Malik, movido por uma misericórdia profunda, não o deixou para os abutres. Carregou-o em seu cavalo e o levou para uma caverna segura. Por quarenta dias, o guerreiro trocou a espada pela colher, alimentando Yusuf com caldo de tâmaras e limpando suas feridas com azeite e orações. Naquele isolamento, nasceu uma amizade mais forte que o aço. Eles se tornaram irmãos de alma, compartilhando segredos sob a luz das fogueiras.

 

Contudo, aquela costa era o domínio de uma criatura das trevas: um dragão de escamas cor de fuligem, cujo hálito de fogo transformava a areia em vidro. O monstro despertara, enfurecido pelo cheiro de sangue humano que restara do naufrágio.

 

Certa tarde, enquanto buscavam lenha, a sombra do monstro cobriu o sol. O dragão mergulhou dos céus com um rugido que abalou a terra.

Yusuf, ainda fraco e sem armas, paralisou de medo. Malik desembainhou sua espada de Damasco, mas sabia em coração que aquela era uma luta que não poderia vencer apenas com força.

 

O dragão preparou seu sopro de fogo final, mirando diretamente no peito de Yusuf, que estava encurralado contra um paredão de pedra. Foi então que o dilema de Malik se apresentou: fugir e salvar sua própria pele de herói, ou tornar-se o escudo de seu amigo.

 

Sem hesitar, Malik gritou e saltou na frente de Yusuf. Ele abriu os braços, oferecendo seu corpo à chama para que o calor não atingisse o náufrago. O fogo o envolveu como um manto mas, num último esforço de coragem, ele cravou sua espada na garganta da fera enquanto sua própria vida se esvaía.

 

O dragão caiu morto, transformando-se em cinzas negras. Yusuf correu até Malik, cujas mãos estavam agora frias. 

 

— “Por que, meu irmão?”, chorou o náufrago.

 

Malik sorriu fracamente, e suas últimas palavras foram: 

 

— “A morte é apenas uma viagem, Yusuf. Eu dei minha vida para que a sua história não terminasse nas areias. Viva com honra por nós dois.”

 

Dizem que, até hoje, naquele ponto da praia, a areia não é amarela, mas branca como a alma de um mártir, e que o som das ondas traz o eco de uma espada batendo num escudo, protegendo todos os que se perdem no mar."

 

Mustafá baixou o olhar, por uns instantes em respeito à memória do guerreiro, e finalizou:

 

Esta história nos diz, ó Sheik, é que a verdadeira grandeza de um homem não se mede pelas batalhas que ele vence para si mesmo, mas por aquela que ele aceita perder para que outro possa viver. O aço da espada de Malik era forte, mas o laço de sua amizade era inquebrável.

 

Muitas vezes, a vida nos coloca diante de um dragão — seja ele uma fera de fogo ou um dilema do espírito. Naquele momento, o egoísmo nos sussurra para sermos a flecha que foge, mas a honra nos convoca a ser o escudo que protege. Quem salva uma vida, salva o mundo inteiro, e quem oferece a sua própria por um irmão, deixa de ser um mortal de carne para se tornar uma estrela que guiará os navegantes nas noites mais escuras. O corpo de Malik tornou-se cinzas, mas sua alma tornou-se o alicerce da vida de Yusuf.



(FONTE "ECOS DO DESERTO", JOSÉ FELDMAN)


RESTINGA MEU PAÍS - ANTÔNIO CARLOS CÔRTES

 




RESTINGA MEU PAÍS

Antônio Carlos Côrtes *



RESTINGA, bairro-cidade
De povo feliz
Ponto de luz na humildade
Velha-sempre nova
Natureza exuberante
Nascente de rios de amor
No mastro alto minha bandeira
Em casas de eira e beira
Com recordações de griôs
Neste bairro musical
Nasci, cresci e finquei
Minha raiz
Bairro amado onde o sol
É idolatrado sem precisar de farol
Ruas iluminadas
Ladrilhadas de amor e calor
Teu povo te ama e te dá valor
No pulsar do coração 
No toque do tambor
Para buscar quem
Mora longe.


* DA ACADEMIA RIO-GRANDENSE DE LETRAS


SEMEADURA - ABEL B. PEREIRA

 




SEMEADURA
                        
Abel B. Pereira



Sou livre para ouvir canções de amor;

a vida é dura!...
Brota a planta, semente vira flor;

semeadura!

És planta, és flor, árvore de fruto

em minha vida!...

És sal, és sol, és solo que eu desfruto;

redimida!

Joguei valor temido e destemido

de teus braços!...

Que eu lanço porta afora, deprimido,

pelo espaço!

No crescente a cada gozo apreciar

a fantasia!...

No estertor, a explosão de tanto amar

me extasia!

Eu quero o teu crescer de um ser 

vivente

dentro de mim!...

Para que eu seja eterno, qual semente,

até o fim!


(Coletânea LETRAS NO BRASIL, 

página 58)

TROVAS DO FILEMON

 




TROVAS DO FILEMON



Não me queixo desta vida,
apesar da minha idade.
Queixo, sim, da despedida
que me trouxe esta saudade.

Quando a amargura me assalta
e a tristeza o peito invade,
eu sinto que a tua falta
vai me matar de saudade.

Nesta manhã reluzente
de sol aquecendo a terra,
vejo a beleza presente
no teu olhar cor de serra.

Entre flores, no meu sonho
estavas nos braços meus.
Mas de repente, tristonho,
acordei ouvindo “adeus”.

sábado, 25 de julho de 2026

VEELHO MAR - FILEMON MARTINS

 




VELHO MAR
Filemon Martins


                 
Nasci longe do mar, mas seduzido
por seu fascínio belo, encantador,
fico ouvindo, na praia, o seu gemido
e os madrigais de um velho pescador.


Mas às vezes me sinto assim perdido
como um barco singrando sem motor,
ouço as ondas num grito dolorido,
uma angústia que cala a própria dor.


Vejo, da praia, a imensidão do mar,
as ondas que o rochedo vêm beijar,
depois, voltam serenas sem rancor.


Cada onda que vem morrer na praia,
parece a minha vida que desmaia
ao pensar em perder o teu amor.

PRECE DA ÁRVORE - WALTER ROSSI

 




PRECE DA ÁRVORE

WALTER ROSSI  (Eu o conheci no Movimento Poético Nacional - SP e na União Brasileira de Trovadores, Seção de São Paulo, quando fazia parte e frequentava as reuniões destas agremiações. Rossi nos deixou e já está no andar de cima).



Ser humano: protege-me!
Junto ao puro ar,
Da manhã ao crepúsculo,
Eu te ofereço:
Aroma, flores, frutos e sombra.

Se ainda assim não te bastar,
Curvo-me e te dou:

Proteção para teu ouro,
Pinho para tua nota,
Teto para teu abrigo,
Lenha para teu calor,
Mesa para teu pão,
Leito para teu repouso,
Apoio para teus passos,
Bálsamo para tua dor,
Altar para tua oração.

E te acompanharei até a morte.
Rogo-te: não me maltrates!

QUEM FOI OSCARINO JOSÉ DOS SANTOS? - FILEMON MARTINS

 


 (FOTO ENVIADA POR OSCAR FILHO, DO IPUPIARA NEWS, NO INSTAGRAM)



QUEM FOI OSCARINO JOSÉ DOS SANTOS?

Filemon Martins

 

Segundo Arides Leite Santos, em seu livro IPUPIARA & IBIPETUM, ¨Oscarino José dos Santos, mais conhecido como ¨Oscazão¨, o 5º prefeito do município de Ipupiara, nasceu em Gameleira (atual Ibipetum), em 02/01/1929, filho de José Carlos dos Santos e Zulmira Alves dos Santos. Mudou com seus pais para Ipupiara em 1936, tendo frequentado escolas da época, sem contudo, terminar os estudos primários. Muito inteligente, esse detalhe não lhe impediu de se tornar mais tarde um forte comerciante em Ipupiara”.

Consta ainda do livro que foi um dos primeiros cidadãos de Ipupiara a possuir um caminhão Chevrolet¨.

Casou-se com Avani Rodrigues dos Santos, carinhosamente conhecida como dona Nega. Juntos tiveram os filhos, Oscar Filho Rodrigues dos Santos, José Carlos Neto dos Santos, Washington Rodrigues dos Santos, Lorivaldo Rodrigues dos Santos, Djalma Rodrigues dos Santos, Evanir Rodrigues dos Santos, Osvany Rodrigues dos Santos, Deysione Rodrigues dos Santos, Dayane Rodrigues dos Santos e Diane Rodrigues dos Santos.

São seus irmãos e irmãs: João, Adão e Carlos; Maria, Alice (dona Licinha), Petronília, Zilda Alves, Jesuína, Nair, Edite e Beatriz.

Homem de extraordinária visão para negócios, comprava produtos de agricultores mesmo antes da colheita. O produtor lhe informava que naquele ano havia plantado mamona, fumo, milho, feijão, mandioca ou qualquer outro produto e ele perguntava: - você precisa de dinheiro? E já adiantava parte do pagamento da futura colheita. No caso da mandioca, o produto final era a farinha e a tapioca. Conta-se que comprava, inclusive, estrume de gado, cabra, para usar na agricultura ou mesmo revender para terceiros. Além do seu caminhão Chevrolet, que era sua atividade principal de comércio, comprava e transportava produtos de outros centros, especialmente de Feira de Santana, Vitória da Conquista e de algumas cidades de Minas Gerais, possuía roças, onde criava gado.  

Humanitário, jamais deixou de ajudar pessoas carentes de uma forma ou de outra. Com esse prestígio, iniciou desde cedo sua militância política, elegendo-se Vereador na primeira Legislatura de 1959 a 1962. É oportuno lembrar que os dois maiores polos políticos do Município são Ipupiara (antigo Jordão) e Ibipetum, (antiga Gameleira) e como Oscarino era natural de Ibipetum, agora residindo e forte comerciante em Ipupiara, não foi difícil conseguir o consenso dos políticos para a sucessão do prefeito Osvaldo Leite da Silva que terminou em 06/04/1973 e o lançou como candidato único a prefeito da cidade, elegendo-se para o período de 07/04/1973 a 31/01/1977.

Com o seu caminhão Chevrolet transportava também pessoas que precisavam se locomover para outras cidades, como Morpará, Brotas, Oliveira de Brejinhos, entre outras. Essa época as estradas eram um terror para os motoristas da região. A pobreza era severa e imperava no Sertão da Bahia. Não havia eletricidade, Sobradinho não existia, não havia a ponte em Ibotirama, sobre o rio São Francisco, não havia a BA-156 que liga o entroncamento da BR a Ipupiara passando por Brotas de Macaúbas, mas acho que hoje (2026) com a pavimentação esteja em melhores condições. Não havia a BR-242 que liga Salvador a Brasília. As condições eram adversas, mas ainda assim o Chevrolet do senhor Oscazão, como era chamado, vencia as distâncias.

Oscarino José dos Santos faleceu em 24 de agosto de 1994, conforme cópia da certidão de óbito em poder do autor.

 

 

 

Agradecimentos: Osvany Rodrigues dos Santos (ninha, filha) e ao primo Izidoro Novais pelas informações prestadas, sem as quais seria impossível escrever este texto.      

 

(LIVRO “CAMINHOS DO JORDÃO DA BAHIA”, PÁGINAS 127/128)

sexta-feira, 24 de julho de 2026

SEJA O COMANDANTE DAS SUAS FINANÇAS -SAUL RIBEIRO DOS SANTOS

 

SEJA O COMANDANTE DAS

 SUAS FINANÇAS

 

               

 

      Estamos dentro do tema finanças. Os economistas afirmam que finanças é a ciência da administração do dinheiro. Podemos esticar essa afirmação e dizer que é a ciência da administração do dinheiro pessoal, do dinheiro da família e também do dinheiro das empresas. É preciso  considerar que no caso da administração do dinheiro das instituições públicas, o  volume ou a quantia é muito grande. O Ministério da Fazenda que o diga. O dinheiro público abrange o dinheiro dos Municípios, dos Estados e na esfera Federal.

    Ao longo dos anos muito se tem falado sobre finanças e principalmente nestes últimos anos. Jornais, emissoras de rádio, televisão e os canais da rede social na internet têm dedicado espaço de muitas páginas e espaço de tempo nas emissoras de rádio, TV e canais na internet. A administração pública tem ganhado furo de reportagem por boas ou más notícias. Quando administra bem, com elogios. Ou quando administra mal, com críticas.

       Ao entrar em qualquer livraria, física ou virtual, vamos encontrar um número crescente de livros, revistas e reportagens com comentários sobre o assunto abordado neste tema. O objetivo deste artigo é alertar e dar informações que poderão auxiliar a você, prezado leitor, a exercer o comando  no controle do seu dinheiro, dos seus recursos financeiros (sejam poucos ou muitos).

      Dinheiro é o instrumento de compra dos povos civilizados para adquirirem as coisas necessárias para a manutenção das suas famílias. Muitas pessoas usam o dinheiro (ou o crédito) até para comprar produtos supérfluos, dos quais não têm real necessidade, isto é, podem passar sem os produtos que compram por mero impulso.

Os tempos atuais exigem sabedoria, inteligência e cautela para administrar o dinheiro. Veja essa bela e útil recomendação:

“O dinheiro é um legado que vem de Deus. Não nos pertence para gastá-lo na satisfação do orgulho ou da ambição. Nas mãos dos filhos de Deus é alimento para o faminto e roupas para o nu. É uma defesa para o oprimido, um meio para restituir a saúde do enfermo ou de pregar o evangelho”. (1)

       Porque no Brasil e no mundo há muitas pessoas passando necessidades básicas? A resposta pode parecer simples, mas não é necessariamente por falhas nas políticas públicas. A razão e a resposta básica é porque milhões de pessoas no Brasil e no mundo não sabem comandar as suas finanças. Assim entram em desequilíbrio financeiro, entram para o grupo dos inadimplentes. E pior ainda: muitos em desespero. Qual a razão que leva muitas pessoas a essa situação?

      A economia do nosso País está passando por momentos difíceis, isso não é desconhecido para ninguém. As previsões de médio e curto prazos não são boas. Os preços dos serviços profissionais (pedreiro, eletricista, mecânico, marceneiro, corte de cabelo, e outros) estão subindo e muito.

       O ideal é não formar dívidas. Não tomar dinheiro emprestado para pagar dívidas, formando assim novas dívidas. Há exceções, pois há momentos que é necessário juntar as dívidas, formando uma só. Há momentos que convém formar uma dívida com prazo mais esticado e portanto com parcelas mais baixas, mas vinculado à imediata quitação da dívida anterior.

       Seja o comandante do seu dinheiro, que muitas vezes é ganho com muito trabalho duro e de modo suado. Há um ditado popular que diz:

“Qualquer pessoa pode começar uma tarefa, mas só as corajosas e inteligentes a terminarão bem. Vemos que é fácil comprar a crédito e fazer dívidas. O difícil é terminar de modo satisfatório”.

        Muitas pessoas se tornam pobres, muito pobres por não saberem ou por não exercerem o comando do seu dinheiro. Gastam mal. Fazem aplicações financeiras em instituições não confiáveis, fazem aportes na ocasião desfavorável. Muito cuidado! A melhor decisão é poupar gastando menos do valor que você consegue ganhar mensalmente. Portanto, seja o comandante das suas finanças.

 __________________

  (1) Livro:  A Ciência do Bom Viver, pág. 287. Ellen G. White.

 

 


Saul Ribeiro dos Santos

Contador e economista aposentado

Natural de Ipupiara – BA.

saul.ribeiro1945@gmail.com