segunda-feira, 14 de setembro de 2026

SERIA CASTIGO? - FILEMON MARTINS

 




             SERIA CASTIGO?


 

          Não se trata de “sensação”, é pesadelo mesmo. Parte da população defende mais 4 (quatro) anos de mandato para Luiz Inácio Lula da Silva, o mesmo que fez promessas mirabolantes para vencer 3 (três) vezes e eleger, Dilma Rousseff, quando não pôde se candidatar.

          Refrescando a memória dos esquecidos, o governo de Lula foi recheado pelos maiores escândalos da história brasileira, entre os quais: primeiro mandato de 2003/2006, caso Waldomiro Diniz (2004), filmado cobrando propina de um empresário de jogos de azar. Escândalo do correio, que originou o mensalão (2005), esquema de compra de votos de deputados no Congresso Nacional em troca de apoio político.

          Segundo mandato de 2007/2010, escândalo dos Cartões Corporativos (2008), uso dos cartões por ministros e servidores para uso pessoal. Denúncias em Ministérios, desvios de verbas e tráfico de influência em pastas federais.

          Terceiro mandato de 2023  até o presente, fraudes no INSS – descontos ilegais e desvio de valores de aposentadorias de idosos.

Tudo aconteceu ao seu redor e entre amigos, mas o comandante do navio, à deriva, nunca soube de nada.

          Diante de tudo o que se viu e foi noticiado pela imprensa nestes 3 mandatos de Lula, é possível prever como seria desastroso um quarto mandato, um verdadeiro suicídio para o Brasil.

          Em que pese a “ingenuidade” do eleitor, numa interpretação simplista, é possível que alguns gostem mesmo da desordem em que vivemos, com uma onda de violência, crimes, assaltos e tudo para tomar uma cervejinha, conforme comentário de Lula. São apologistas do crime, não há outra explicação.

          Foi no primeiro mandato de Lula, que os pensionistas e inativos do serviço público federal foram enganados. Tudo seria transitório, mas a taxação de inativos continua até hoje alimentando os cofres da corrupção e do descaso a quem trabalhou a vida inteira, pagou e foi enganado.

          Não obstante os escândalos descobertos, promessas não cumpridas, precariedade na saúde, educação, trabalho escasso, estradas sem manutenção, salários baixos, medicamentos e custo de vida altos, ainda assim alguns eleitores pretendem votar no Lula,  especialmente, de regiões carentes, sem recursos, semianalfabetos, incapazes de usar, a massa cinzenta que vai de uma orelha à outra, iludida pelos eventuais benefícios sociais, comprometendo o futuro de seus filhos, transformando-os em escravos da miséria e do comodismo.

          Outra parcela de eleitores, é bem conhecida, tem interesses escusos, adeptos da corrupção e dos roubos.

          Desejamos um pouco de luz para aqueles que, ingenuamente, ainda acreditam no “camaleão”, chefe da organização que desperdiça dinheiro e arruína o Brasil.

 

FILEMON MARTINS

ESCRITOR, CRONISTA E POETA

DA CONFRARIA BRASILEIRA DE LETRAS

DA ACADEMIA DE LETRAS DE IPAUSSU – SP.    


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