GRENAL: O MAIOR CLÁSSICO DAS AMÉRICAS.
Documentário que merece lugar destacado na cultura do cinema e do futebol.
Direção de Belisário França, Tatiana Sager e coprodução do jornalista
Renato Dornelles.
Chama a atenção, no título, a retirada do hífen: GRENAL.
Isto é, não separa. Une.
A essência da rivalidade dos clubes traz, em seu bojo, pulsão.
Em psicanálise é o elemento vontade que projeta o corpo e a mente a um
norte relaxante.
Lembro meus primeiros clássicos no Estádio dos Eucaliptos. Florindo, Juarez,
Alfeu, Airton, Sapiranga, Elton, Kim, Gainete e tantos outros.
Depois, no Olímpico, Gessy, Milton, Alcindo, João Severiano, Ortunho e Ênio
Rodrigues.
Todo desportista ama o clássico como uma sina.
Vibra, canta, chora,
sofre, mas adora.
De hora em hora,
tempos de peleia
sobre grama verde,
quase tudo incendeia.
Ganham e perdem,
mas voltam de novo.
No peito, o amor,
joia rara do povo.
Inter de Bráulio,
Garoto de Ouro.
Grêmio de Ronaldinho,
O bruxo da Vila Nova.
Gre-Nal é Gre-Nal,
lapidou Meneghetti!
Antônio Carlos
Côrtes
Escritor e poeta
Da Academia
Rio-Grandense de Letras
Antônio Carlos Côrtes
Escritor e poeta
Da Academia Rio-Grandense de Letras.



Nenhum comentário:
Postar um comentário