RESISTÊNCIA
Não foi em vão que os mártires morreram
Europa além.
Trucidados, queimados, fuzilados:
O sangue que verteram representa o resgate,
E o seu sacrifício é lição e exemplo,
Para que a Liberdade não fosse uma palavra vã.
A liberdade que temos conquistaram-na eles;
Nós temos que guardá-la e defendê-la:
Custou sangue, lágrimas e vidas.
Corações de pé, como bandeiras,
Esta luta é sem fim, pela Liberdade!
Pela noite sangrenta levantai-vos, lutai:
É preciso esmagar a escravidão e a opressão.
A vida só é digna de viver-se livre!
A.
GARIBÁLDI
Resenha biográfica:
Nasceu em Braga, Portugal, em 1913.
Realizou estudos secundários na sua terra natal.
Praticou várias profissões. Exerce atualmente o jornalismo.
Conhecido como anti-facista, três vezes a Pide lhe assaltou a
casa.
Pertence a mais de 50 academias nacionais e estrangeiras.
Colabora em numerosas publicações da Europa e da América Latina
Sua obra poética foi traduzida para vários
idiomas, entre outros, Galego, Basco, Castelhano, Francês, Italiano, Alemão,
Inglês, Grego, Russo, Ucraniano, Árabe etc.
Faleceu em 20 de agosto de 1992.
(LIVRO “ARESTAS NA CHAMA”, com a participação
de 2 (dois) poetas: J. A. PINTO DE MATOS E ÁLVARO DE OLIVEIRA)

Nenhum comentário:
Postar um comentário