A HORA É ESSA
As eleições, para presidente da
República, no Brasil, acontecem de quatro em quatro anos. O eleito ou escolhido
pelo povo tem esse período para mostrar ou provar porque foi eleito,
administrando os recursos públicos, oriundos dos muitos impostos que o povo
paga. Ele não governa sozinho, para ajudá-lo existem duas casas que são o
Congresso Nacional, com 513 deputados e o Senado Federal, com 81 senadores. E
para dirimir questões constitucionais, o Supremo Tribunal Federal.
Esperava-se do governo e dos demais
poderes da República, um pouco mais de respeito e honestidade na administração
do dinheiro arrecadado dos impostos e taxas que pagamos. Se você tem um carro,
paga IPVA, se tem casa, paga IPTU, se pega a estrada, paga o pedágio, se vai ao
mercado, farmácia ou qualquer estabelecimento comercial, paga imposto etc.
Se você produz, paga imposto, se você
trabalha, paga a Contribuição da Previdência, se é pensionista ou inativo do
serviço público federal, continua pagando contribuição (14%). Não há como
escapar. Nem todos temos “amigos” para nos emprestar casa, apartamento, sítio,
fazenda ou custear nossas despesas, como tem o atual presidente da República.
Mas, o que se viu nestes três ou quatro
mandatos do PT foi malas de dinheiro, grande soma guardada, escondida num
apartamento em Salvador, cujo proprietário foi investigado pela Polícia Federal
e inúmeros escândalos que foram noticiados pela imprensa.
O povo, uma parte, passou a conhecer
melhor os políticos. Outros, nem tanto. Não conseguem enxergar um palmo adiante
do nariz, infelizmente. Vamos torcer para que haja uma mudança, que estenda seu
manto sobre o Congresso, o Senado Federal e, por que não? O STF, que precisa
urgente de correção.
Nossa esperança, como brasileiro,
nascido no Sertão da Bahia, é que um dia, quem sabe, o povo acordará desta
apatia e se livrará dos exploradores e bravateiros. Mas, como se diz no Sertão:
¨achar um político honesto é mais difícil que tirar leite de onça¨.
Contudo, é preciso mudar. Do jeito
que está, não pode ficar. O comandante do navio só sabe gastar pomposamente o
dinheiro que deveria servir para a construção de habitações decentes, saúde,
educação, segurança, pesquisas e manutenção de estradas.
A Bíblia sempre advertiu:
“Ai daqueles que fazem leis injustas, que escrevem decretos opressores, para
privar os pobres dos seus direitos e da justiça os oprimidos do meu povo,
fazendo das viúvas sua presa e roubando dos órfãos”! Isaías 10: 1-2.
Filemon Martins
Escritor, cronista e poeta
Da Confraria Brasileira de Letras
Do Clube Baiano de Trova, Salvador,
BA
Da Academia de Letras de Ipaussu, SP


Nenhum comentário:
Postar um comentário