LIBERDADE
Anualmente o
Brasil celebra duas grandes datas. Uma no dia 7 de setembro, o dia da
Independência e a outra no dia 15 de novembro, dia da Proclamação da República.
São eventos que movimentam o espírito cívico de nosso povo. Somos brasileiros e
assim somos filhos da nossa história. Cada Estado do Brasil e cada Município
tem sua própria história. Somos herdeiros do progresso. Somos “pedaços” da
Pátria livre e Unidos formamos a grandeza desta nação.
Portanto, na qualidade de filhos gerados pelo
solo brasileiro e investidos pela qualidade que nos é legada pelo respeito
mútuo, devemos erguer bem alto e com responsabilidade a nossa condição de
cidadãos livres, não deixando a chama do patriotismo apagar.
Somos livres para escolher com
responsabilidade a profissão, a atividade que vamos exercer. Somos livres para
escolher a região e o Município onde morar. Somos livres para ler livros e ver
vídeos ou filmes que nos interessam.
Na esteira da
liberdade temos que o voto depositado nas urnas por cada eleitor expressa a
grande conquista democrática e o exercício do ideal democrático. Os candidatos
democraticamente eleitos ascendem ao poder político e passam a representar as
convicções e os anseios de uma nação, de um Estado e de um País forte e unido.
Pelo comportamento e pelos projetos apresentados ou o apoio político do
candidato eleito aos projetos que dignificam o Brasil, o povo percebe a
honestidade e o interesse pela sociedade e pelo povo que o elegeu.
Vemos assim
que, como um capítulo de um livro escrito por um autor reconhecido e consagrado
pelo público, de modo semelhante acontece com o político eleito, desde que seja
político ativo e atuante no cargo que representa. Nós, brasileiros, como eleitores que
somos, precisamos, agora, mais do que em qualquer outra ocasião, usar da nossa
inteligência e vontade de fazer o Brasil prosperar, clamar alto, assim como
clamaram D. Pedro I e Deodoro da Fonseca.
Como expressa um hino cantado pelo povo de
Ipupiara, que diz: somos um povo destemido e gentil. Somos gente, somos
eleitores, somos um povo destemido e gentil. Portanto, sejamos responsáveis e
possuidores da característica natural dos brasileiros de bem. Livrar-se da
passividade indefinida e da indecisão. Somos um compêndio de direitos e
deveres.
É tempo de mostrar força política e
escolher candidatos competentes, livres de conchavos políticos. Vamos, através
do voto, outorgar poderes para os honestos. Vamos aproveitar a liberdade e, com
calma e realismo, mostrar que desejamos construir um Brasil de progresso,
emprego, educação pública e saúde que funcionem para todos. E funcionem bem. É
bom lembrar que a omissão pode ser comparada a uma fuga. Com a fuga nada será
construído e não teremos um país digno e justo.
A liberdade é um tema que está presente
em toda a Bíblia. Citaremos dois versículos. No livro de Josué, no cap. 15 e
verso 24 encontramos uma expressão de liberdade, quando ele disse para toda a
nação: Escolhei o hoje a quem haveis de servir . . . Na 2ª. carta que Paulo escreveu aos
coríntios, no cap. 3 e verso 17 está escrito o seguinte: Onde está o
Espírito do Senhor aí há liberdade.
Saul Ribeiro dos Santos
Contador e economista aposentado.
Natural de Ipupiara – BA.


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