quinta-feira, 14 de maio de 2026

RELATOS DA PRIMEIRA VIAGEM EM 2026 (2ª PARTE) - SAUL RIBEIRO DOS SANTOS

 

 

RELATOS DA PRIMEIRA VIAGEM EM 

2026 (2ª. parte)

 

 

Viajar agrega e fortalece os conhecimentos. Viajar para longe ou perto, por muitos ou poucos dias faz bem à saúde. Todos os que leem os relatos da viagem também sentem a experiência. Exatamente quando o relógio marcava 18h32 o ônibus estava encostando na plataforma da rodoviária de Bom Jesus da Lapa. Desembarquei e dei uns passos em direção ao ponto de táxis. Ali mesmo na rodoviária conversei um pouco com o dono da lanchonete, em seguida chegou o Sr. Leonardo, conhecido de muitos anos. Quando olhei o relógio vi que onze minutos foram embora. Apressei os passos, peguei um taxi e fui para o hotel Grande Rio, onde eu já tinha feito a reserva do apt°. A viagem foi favorável, pois pela manhã tomei café fazendo o desjejum em SP e no mesmo dia fui jantar na Lapa. Quando eu tinha 15 anos de idade meu pai, Sr. Nizan, trouxe a família para B. J. Lapa, para junto da parentela. Tenho parentes e muitos amigos nesta cidade. Não é possível citar o nome de todos, mas quero citar o nome do Engenheiro, Dr. Ulisses, amigo de muitos anos. Descendentes de árabes e judeus, mas aqui, sem constrangimento, nós nos sentamos no mesmo banco. 

                        Táxi para o Hotel Grande Rio. 


Bom Jesus da Lapa é cidade de temperatura elevada, como acontece em todas as cidades localizadas nas margens do Rio São Francisco. Os moradores e pessoas que pelo menos uma vez por ano passam uns dias aqui já se acostumaram com a temperatura, de modo que se o calor diminui e a temperatura fica abaixo de 20 graus, todos estranham. Estou em São Paulo. Hoje, dia 11 de maio e agora 8 horas da manhã, quando liguei o computador para começar escrever este texto, a temperatura está em 12 graus. Mas, colocando o clima de lado, temos que Bom Jesus da Lapa tem um povo bom e simpático que gosta de fazer amizade. Povo de fácil interlocução. 

                     Av. Manoel Novais, centro da cidade. 


O Sr. Manezinho, dono do hotel onde estou hospedado, me convidou para conhecer a sua chácara, distante poucos km., 15 minutos de automóvel. Aproveitei a oportunidade, agradeci e fomos lá. A chácara fica num local próximo da rodovia que parte da Lapa em direção a Caetité. O Sr. Manezinho e sua esposa plantaram muitas árvores frutíferas, construíram uma boa e agradável casa com piscina ao lado, oferecendo ótimo lazer. Algumas árvores estavam produzindo. A fruta que eu mais apreciei foi o umbu-cajá. 

                         Sr. Manezinho e Saul na chácara. 


Aqui nesta cidade passei mais de uma semana. Revi amigos e pessoas que há mais de 15 anos foram meus funcionários. Sr. Sérgio, foi meu motorista e em certa ocasião fomos de caminhão até Ipupiara. Hoje o Sérgio é proprietário de caminhões. Sr. Bina, hoje trabalha para a prefeitura. Encontrei o Sr. Estêvão, naquele tempo ele era o proprietário de uma carroça tração animal e fazia carretos no transporte de pequenas cargas. Encontrei também a Da. Francisca, que há mais de 20 anos a conheci e continua vendendo frutas na carroça, fornecendo frutas para seus clientes de costume. Pois é, meu prezado leitor, é como dizem por aí: o mundo é pequeno, redondo e gira. 

                               Carroça puxada por um jegue 


Além das conversas, palestras e entrevistas agradáveis, estive trabalhando, pois não só de conversas vive o ser humano. Felizmente, por sorte, o Dr. Ulisses me indicou um profissional competente, o Sr. Soares. Fica assim comprovado que nós seres humanos dependemos uns dos outros e todos dependemos de Deus (Efésios 2:10).

 

Saul Ribeiro dos Santos

Contador e economista aposentado. 

Natural de Ipupiara

saul.ribeiro1945@gmail.com


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