DA CRUZ À LUZ
Aldair Ribeiro dos Santos
Pregaram-no num pedaço de árvore morta
Mas o sangue dele tinha uma pressa de rio
Fluía para a salvação
O que era fim, virou o começo
A morte ficou sem serventia
feito um balde furado no meio do quintal
Cristo, o morto, vira Cristo, a Luz do mundo.
Humilhada pelo Sol Nascente das Alturas,
a morte foi morta na morte do Cristo.
E o Infinito iluminou as trevas dos homens.
(FONTE: ESCRITORES E POETAS EVANGÉLICOS, GRUPO WHATSAPP)

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