É PRECISO REGISTRAR
Filemon Martins
Costumo comparecer na Agência de correios, da
Av. Paranaguá, Ermelino Matarazzo, em São Paulo, para postar alguns livros
meus. Em São Paulo, como se trata de impresso módico, a Agência me deu a
seguinte orientação, que deve constar na etiqueta e sigo religiosamente: “IMPRESSO
MÓDICO FECHADO, PODE SER ABERTO P/ECT”, além de preencher uma declaração,
contendo o nome do remetente, destinatário e a informação de que se trata de
livro, com a consequente assinatura do remetente.
Ocorre que neste fim de ano, estou em Itanhaém
e compareci na agência central da cidade para postar 2 livros, já embalados e
com todas as informações citadas, nos envelopes. E não é que a funcionária me
exigiu que abrisse os envelopes para que ela pudesse conferir, se de fato, eram
livros?
Ora, a Empresa Brasileira de Correios é
centenária, mas, parece que está precisando de uma equipe de OM (Organização e
métodos) para normatizar estas questões. O escritor e o povo, de modo geral,
não entendem como pode a agência de São Paulo dá uma orientação, que não vale e
não é executada em Itanhaém. Será que no Brasil inteiro é assim? - Cada agência trabalha de um jeito?
O que sei é que a Empresa está mal
administrada, num governo sabidamente incompetente. Uma pena porque a ECT já foi uma Empresa de respeito, talvez a melhor do Brasil. Registro aqui minha indignação: depois de publicar 10 livros e sempre embalar, conforme recomendação da Empresa, fui obrigado a abrir os envelopes para que a funcionária constatasse que eram livros.

Pois é Filemon. A empres Correio, como, você bem falou, é uma instituição centenaria e precisa orientar e treinar seus funcionários. O povo percebe a falta de Bom atendimento.
ResponderExcluirObrigado, Saul. Tomara que providências sejam tomadas, antes que seja tarde demais.
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